Por que a psicanálise encontrou na arte uma fonte para compreender conceitos fundamentais?
Mais do que uma simples ilustração, para Sigmund Freud, a arte revela aspectos profundos da fantasia e da vida psíquica. Onde a ciência de sua época ainda encontrava limites, os artistas já exploravam questões que mais tarde seriam fundamentais para a psicanálise, como o inconsciente, o trauma e o desejo.  

 

Em Quando Freud fala de arte, a organizadora Josiane Orvatich reúne ensaios que exploram a porosidade entre a clínica e a cultura. O livro percorre desde as análises clássicas freudianas sobre o efeito estético até diálogos contemporâneos com o cinema de Eisenstein, a pintura de Malevich e a literatura radical de James Joyce. Os autores investigam como o encontro com a criação poética permite alargar os horizontes da teoria, a retórica como sobrevivência e o ato artístico como uma escrita do real.

 

“A psicanálise funda-se a si mesma no encontro com a criação poética, mantendo-a codificada mesmo quando a confronta com suas decifrações.”

 

A obra integra a linha editorial Psicanálise, clínica e cultura, da Editora Sinthoma, que se dedica a fomentar diálogos interdisciplinares essenciais para a transmissão da psicanálise.

 

Sobre a organizadora
Josiane Orvatich é psicanalista e Diretora de Publicação da Editora Sinthoma. Sua trajetória é marcada pela pesquisa sobre as formas do efeito estético e pela constante articulação entre os fundamentos clínicos e as produções culturais na formação do analista.

Informações da obra

  • Título: Quando Freud Fala de Arte
  • Organizadora: Josiane Orvatich 
  • Editora: Sinthoma
  • Linha: Clínica e Cultura
  • Ano de publicação: 2024
  • Número de páginas: 184
  • ISBN: Psicanálise, clínica e cultura
Peso 0,4 kg
Dimensões 24,5 × 19 × 4 cm
Capa dura

Edição especial de capa dura

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