O inconsciente se escreve no próprio ato de dizer. Você é capaz de ler o que, no seu sofrimento, insiste para além das palavras gastas?
O que a clínica nos diz sobre ler um sintoma? Sintomas não seriam fenômenos a serem observados e curados? Como o sofrimento pode ser algo que se escreve no corpo e na vida de um sujeito? Patricia Leyack explora a função do analista como leitor, destacando o trabalho com as formações inconscientes que emergem na fala, entre saber e gozo.
“Trata-se de distorcer a mãe-língua, esticá-la, recombinar palavras e agrupar as letras de um modo inédito para formar novas palavras, neologismos, um modo inventado de dizer, para dizer melhor e expressar de forma mais precisa.”