Por que a tragédia de Édipo continua sendo a principal chave para compreendermos como nos tornamos sujeitos?

Para a psicanálise, o complexo de Édipo não é um drama biológico ou familiar restrito, mas uma estrutura simbólica universal que marca a entrada do ser falante na cultura. Ele funciona como um “mito individual”, uma narrativa necessária que permite ao sujeito organizar seu desejo, lidando com o impossível de dizer sobre o sexo.

 

Em Édipo e sexualidade, Fernanda Samico desbrava com rigor a construção desse pilar da teoria, desde as primeiras cartas de Freud a Fliess, até as sofisticadas fórmulas de sexuação em Lacan. A obra investiga a passagem crucial da teoria da sedução para a da fantasia, os impasses estruturais da individualidade e o papel das funções materna e paterna na constituição do sujeito, para além dos papéis biológicos.

 

“É na estrutura dessa narrativa mítica ficcional que se encontra a verdade do sujeito.”

 

A obra integra a Coleção Fundamentos da Psicanálise, da Editora Sinthoma, que apresenta o núcleo teórico-clínico elaborado por Freud e Lacan de forma introdutória.


Sobre a autora

Fernanda Samico é mestre em Pesquisa Clínica em Psicanálise pela UERJ. Sua trajetória é marcada pelo rigor teórico e pela responsabilidade analítica, dedicando-se à investigação dos processos de constituição do sujeito e da sexualidade na teoria freudo-lacaniana.


Informações da obra

  • Título: Complexo de Édipo e sexualidade
  • Autor: Fernanda Samico
  • Editora: Sinthoma
  • Coleção: Fundamentos da Psicanálise
  • Ano de publicação: 2024
  • Número de páginas: 241
  • ISBN: 978-65-84081-01-7
Peso 0,4 kg
Autora

Fernanda Samico

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